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O tempo, o tempo, o tempo…

“nos intervalos da angústia, se colhe, de um áspero caule, na palma da mão, a rosa branca do desespero (…) o tempo, o tempo, o tempo me pesquisava na sua calma, o tempo me castigava … que súbito espanto, que atropelos, vendo o coração me surgir assim de repente feito um pássaro ferido, gritando aos […]

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