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Considerações sobre Corpo de Baile

A Cláudia Campos Soares lhe explica melhor o histórico das diferentes edições dessa obra de Guimarães Rosa, lançada em 1956:

Veredas

Fez sol, sem nuvens e azul. Por isso desci à portaria deixar os livros. Você sabe, o Correio passará aqui restituir os entregues equivocadamente pela Cosac. Assunto encerrado, juro. Afinal, nem escrevo sobre isso, mas pela surpresa. Sentado junto ao porteiro, aproveitando o calor raro dessa semana fria, um vizinho comenta o seu gosto pela […]

16 do 4 de 10

Hojé 16 do 4 de 10, mire veja: dei cabo no das Veredas, mar Grande Sertão – maximé! -, escrita fiansada no pra sempre da palavra, seu Guimarão, o das Rosas.

Raiva

“… a gente carece de fingir às vezes que raiva tem, mas raiva mesma nunca se deve de tolerar de ter. Porque, quando se curte raiva de alguém, é a mesma coisa que se autorizar que essa própria pessoa passe durante o tempo governando a idéia e o sentir da gente; o que isso era […]

As pessoas ainda não foram terminadas

Na segunda-feira, entre os vários videos que divulgaram a respeito de Armando Nogueira, em um deles ele dizia que não temia a morte, pois ela significa mudança, sendo esta algo que torna melhor os homens. Na hora, recordei-me de Sartre e a vida como um parênteses entre o nada, porém algo que Armando não gostaria […]

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