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Alma (de outro tipo) de artista

“… e não era difícil achar a explicação da frieza na vulgaridade de expressão do rosto”, disse o narrador de “O machete“, a respeito de Barbosa. Em oposição, no conto, os universos erudito e popular. O fim é doloroso e o tratamento desse tema serve-nos até hoje. Mas o que isso tem a ver com […]

A Sociedade,
por Alcântara Machado

A psicologia da mulher alegre

“Você decerto ainda não quis fazer a psicologia da mulher alegre atirando-se a todos os excessos por enervamento de não ter o que fazer?” Trecho do conto ‘História de gente alegre’, de João do Rio, sobre o qual comentei ontem, mas que não consegui subir hoje. Ainda o subirei, mas até lá, pode ler aqui […]

O conto brasileiro do século 21

No último Rascunho (Edição 121, Maio de 2010), foi publicado um ensaio de Rinaldo de Fernandes sobre “O conto brasileiro do século 21“. Como dia desses colei aqui o decálogo do Quiroga e sua refutação, chamando atenção para esse gênero literário, então que tal essa divisão em 5 vertentes proposta pelo escritor, antologista e professor […]

Refutação do ‘Decálogo do perfeito contista’

Li por recomendação “Anaconda”, um dos contos do escritor uruguaio Horacio Quiroga (1879-1937). Passeando por aí, após a leitura, descobri que ele possui um “Decálogo do perfeito contista“, o qual me interessou não tanto pelos mandamentos, mas devido ao tema. Ainda passeando, descobri que a escritora argentina Silvina Bullrich (1915-1990) escreveu uma refutação ao decálogo […]

Decálogo do perfeito contista, Horacio Quiroga

As cidades e a memória

O homem que cavalga longamente por terrenos selváticos sente o desejo de uma cidade. Finalmente, chega a Isidora, cidade onde os palácios têm escadas em caracol incrustadas de caracóis marinhos, onde se fabricam à perfeição binóculos e violinos, onde quando um estrangeiro está incerto entre duas mulheres sempre encontra uma terceira, onde as brigas de […]

A palavra sob tensão

“Para que tenha impacto é preciso que o núcleo tensional (do conto) seja uno e poderoso. Ou você tem um nervo a conduzir as ações, ou não tem”, define Alcir Pécora, na matéria publicada hoje, na Gazeta do Povo. Em questão, o conto. E para falar dele, alguns autores e editores. Confira aqui.

O único
sentimento

La
fontaine

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