Do hábito

“O hábito! Camareiro hábil mas bastante moroso e que começa por deixar sofrer o nosso espírito durante semanas em uma instalação provisória; mas que, apesar de tudo, lhe é grato encontrar, pois que, sem o hábito e reduzido a seus próprios recursos, seria o nosso espírito incapaz de nos tornar habitável qualquer alojamento.”

Proust, em Combray, primeira parte de No Caminho de Swann.

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