Oficina

Foi o último dia da oficina Elementos da narrativa, com o Otto (Leopoldo Winck). Deixamos o ambiente agradável da biblioteca Nair de Macedo – que tornou os encontros ainda melhores, devido à localização (em meio a um bairro residencial de Curitiba), espaço físico (funciona como Casa de leitura, é silenciosa, bem iluminada e arejada) e área útil (uma imensa área verde que se junta a um parque e torna tudo mais bucólico) – e de seu jardim fomos a um bar ali perto.

Pronto, em mais duas horas de encontro os papos foram de Toy Story a Teologia, sem babaquices intelectuais, tudo bem leve e condizente com o dia ensolarado que fez. Em geral, os encontros foram sempre assim, um espaço aberto na rotina do mês, em que parávamos para discutir Literatura. Nem cabe falar de tudo que aprendi nessas trocas, tanto com as orientações do Otto quanto com o debate de idéias com os colegas. Ao final, a conclusão é óbvia, que encontros assim são essenciais e cada vez mais necessários, ainda que pouco se faça por eles. O bacana é que todo ano a Fundação Cultural de Curitiba organiza essas oficinas, são muitas espalhadas por vários pontos da cidade, portanto cabe aproveitar as novas oportunidades que pintarão.

Dos resultados da Oficina, em breve publico alguma coisa por aqui. Mas pode crer que eles já têm efeitos sobre mim, desde que a começamos, no início do ano. E, claro, meus agradecimentos ao Otto, que é um sujeito muito bacana, além de um ótimo escritor. Torço para que ele seja efetivado como professor, na UFPR, que está precisando muito de pessoas assim.

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