De desaparecer da vida, perdido nele…

“– A boa gente que aí vai, meu querido amigo, nunca teve destas complicações. Vive. Nem pensa… Só eu não deixo de pensar… O meu mundo interior ampliou-se – volveu-se infinito, e hora a hora se excede! É horrível. Ah! Lúcio, Lúcio! Tenho medo – medo de soçobrar, de me extinguir no meu mundo interior, de desaparecer da vida, perdido nele…”

O poeta Ricardo de Loureiro a Lúcio, em ‘Confissões de Lúcio‘, de Mário de Sá Carneiro.

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