Relicário

“Você espreme os olhos em resgate de um sonho arisco. Na memória, só restando o vago reflexo de uma bela imagem escapando de seu alcance. O torpor embebido em sono é arredio e os olhos areados ainda insistem contra a claridade. (…) Os resquícios da imagem que sobra se desmancham através dos focos de luz. Você nega e a alma se debate dentro do corpo. Arrastado pelos pés ainda estica o braço em busca do toque.”

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